sexta-feira, 25 de março de 2011

Comandante Hussi


Este livro aborda o tema da guerra e do sofrimento, tenta demonstrar às crianças a crueldade de um guerra e a dor que um menino sentiu ao pensar que tinha perdido a sua amiga, devido a essa mesma guerra.
Ao demonstrar, estes temas às crianças vai fazer com que elas vejam e encarem a vida com outros olhos e que reparem que por mais terriveis que estejam as coisas, elas vão melhorar, como aconteceu ao menino do livro.
Nome : João Almeida
Nº 13 9º C

Cinco dias, Cinco noites


Passagem clandestina que alguns portugueses faziam para emigrarem durante o regime Salazarista.
Neste caso, uma emigração por motivos políticos.
Nome : João Almeida
Nº13 9ºC

Marley e Eu

Chamavam - se John e Jenny, eram jovens, apaixonados e estavam a começar a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram Marley, que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorporado de 43 quilos.
Era um cão como nao havia outro nas redondezas, arrombava portas, destruia paredes, babava - se todo por cima das visitas, roubava roupa interior feminina e abocanhava tudo tudo o que pudesse deitar o dente. De nada lhe valeram tranquilizantes recomendados pelo veterinário, nem, tão pouco, a escola deboas maneiras, de onde, aliás, foi expulso. Só que Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional.
Partilhou a alegria de pa primeira gravidez do casal e onde partilhou muitas outras alegrias até ao fim da sua vida.

Nome: Ricardo Belo
nº18 9ºC

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O Diário de Anne Frank



Sábado, 20 de Junho de 1942

Querida Kitty!

Deixa-me começar imediatamente; neste momento está tudo tranquilo. O Papá e a Mamã saíram e Margot foi jogar pingue-pongue com outros jovens a casa da sua amiga Trees. Eu também tenho jogado muito pingue-pongue ultimamente. Tanto que cinco de nós, das raparigas, formámos um clube. Chama-se “A Ursa Menor Menos Duas”. Um nome bastante idiota, mas baseia-se num engano. Queríamos dar um nome especial ao nosso clube e, como éramos cinco, surgiu-nos a ideia da Ursa Menor. Pensávamos que era formada por cinco estrelas, mas afinal estávamos enganadas. Tem sete, como a Ursa Maior, o que explica a parte do “Menos Duas”. Ilse Wagner tem um conjunto de pingue-pongue, e os Wagners deixam-nos jogar na sua grande sala de estar sempre que queremos. Uma vez que as cinco jogadoras de pingue-pongue gostam de gelados, principalmente no Verão, e uma vez que jogar pingue-pongue faz muito calor, os nossos jogos terminam geralmente com uma visita à geladaria mais próxima que admita judeus: a Oásis ou a Delphi. Há muito que deixámos de procurar dinheiro nas nossas malas – a maior parte das vezes há lá tanta gente que conseguimos encontrar alguns jovens generosos nossos conhecidos, ou um admirador, que nos ofereça mais gelado do que conseguiríamos comer numa semana.
Provavelmente estás um pouco surpreendida por me ouvir falar de admiradores numa idade tão tenra. Infelizmente, ou não, conforme o caso, este hábito parece estar florescente na nossa escola. Assim que um rapaz pergunta se pode acompanhar-me de bicicleta até casa e começamos a falar, nove vezes em cada dez posso ter a certeza de que ele se enamorará imediatamente de mim e não me tirará os olhos de cima um segundo. O seu ardor acaba por arrefecer, principalmente porque eu ignoro os seus olhares apaixonados e sigo o meu caminho, pedalando jovialmente. Se o caso se tornar tão mau que ele comece a divagar sobre “pedir autorização ao meu pai”, inclino ligeiramente a bicicleta, a minha mala da escola cai, e o jovem sente-se obrigado a descer da bicicleta para ma apanhar, e entretanto eu já desviei a conversa para outro assunto. Estes são os de tipo mais inocente. É claro, há aqueles que mandam beijos e tentam segurar-me no braço, mas esses estão definitivamente a bater à porta errada. Desço da bicicleta e, ou me recuso a continuar na companhia deles, ou ajo como se me sentisse insultada e digo-lhes, em termos que não deixem dúvidas, para continuarem o seu caminho sem mim.
E pronto. Assentámos assim as bases para a nossa amizade. Até amanhã.

Tua, Anne

quinta-feira, 25 de março de 2010

O Livro do Mês

No mês de Fevereiro o vencedor do concurso O LIVRO DO MÊS, foi o Serhiy Kryshmaru, do 7º CEF. Para Abril, propomos a leitura de “História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar”, de Luís Sepúlveda. Requisita o livro na Biblioteca Escolar e aproveita as férias da Páscoa para a tua leitura. Os comentários sobre o livro deverão ser deixados aqui, clicando no link comentários, deste post, até ao ao dia 30 de Abril.

segunda-feira, 22 de março de 2010

O Pianista

O Enigma das cartas anónimas



Gostei deste livro principalmente porque a Agatha Christie nunca nos deixa de surpreender. Uma coisa que gosto nos livros desta autora e, especialmente neste, são as personagens. Considero-as complicadas e todas escondem sempre alguma coisa. A história desenvolve-se à volta de Jerry Burton que, devido a um acidente de aviação, é obrigado a passar umas férias numa aldeia pacata e aparentemente sossegada com a irmã. É nesta altura que uma torrente de cartas anónimas que pretendem difamar os seus destinatários é enviada a várias pessoas, incluindo eles, e espalha rapidamente a desconfiança pela pequena aldeia até que chega a provocar um assassínio.

Marley & Eu



Eu gostei especialmente deste livro, porque fala da amizade entre o cão e o homem. Este livro transmite a ideia de que um cão, dá realmente muito trabalho e requer muita disponibilidade mas no final, percebemos que tomar conta de um animal pode ser muito compensador. Durante todo o livro o cão envolve-se em várias brincadeiras com a sua familia criando muito divertimento mas também algumas dificuldades. A personagem que mais gostei foi o dono do Marley, pois ele criou com o seu cão laços muito fortes e provou que por vezes temos que fazer opções na vida.
Este poderá ser um bom livro para leres nas férias, pois é de fácil leitura e muito divertido.

Carolina Silva, 9ºC

terça-feira, 9 de março de 2010

Perfume



Este livro é baseado na história de um assassino chamado Jean-Baptiste Grenouille, que após várias etapas da sua vida descobre a sua "raison d'être": a procura do perfume que pudesse satisfazer o seu olfacto. A parte de que eu mais gostei foi o final pois foi uma reviravolta completamente inesperada que pôde dar várias e diferentes análises. A etapa que eu menos gostei foi a parte em que ele viveu no planalto. Recomendo este livro pois é de fácil leitura devido ao seu enredo e à acção contínua.

Guilherme, 9ºC

segunda-feira, 8 de março de 2010

Fúria Divina



“Foi a meio da estreita ponte baixa, entre a lagoa azul e a lagoa verde, que Tomas reparou no homem.” É assim que Rodrigo dos Santos começa uma empolgante e espectacular história que aborda o mundo do Islão, onde as personagens principais são o historiador português Tomas e o jovem árabe Ahmed que acaba por tornar-se num fundamentalista islâmico, por influência do seu professor, tornando-se num pesadelo mundial.
Escrito com base no alcorão, “Fúria Divina” cerra-nos a uma possibilidade futura no nosso mundo, onde a Al-Qaeda têm em sua posse uma bomba atómica e ataca os E.U.A., atentado levado a cabo por Ahmed, onde o português Tomas terá como função impedir que tal tragédia aconteça.
Este romance foi revisto por um dos primeiros operacionais de Al-Qaeda. Escrito em base de factos reais, “Fúria Divina” já vai na 6ª Edição e vendeu mais de 100.000 exemplares.

Filipe Pintado, 9ºC

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Cartas de Amor


[…]
Teresa levantou os olhos, estarrecida. Ter filhos do tio? Que horror! Incapaz de dizer fosse o que fosse, afastou o braço da mãe, ergueu-se de rompante e fugiu porta fora.
O pior foi que das pregas do vestido caiu um papel dobrado…
Atrás da cortina, João ficou sem pinga de sangue. A carta! Só podia ser a carta para Anselmo. E imaginava a melhor maneira de lhe pedir a mão, quando o pai, desconfiado, pegou no papel, arrancou a fita e pôs-se a ler em voz alta:
- Anselmo, meu amor…

in pág. 148

Os alunos imaginaram e criaram a carta de Teresa a Anselmo.
Aqui vos apresentamos, então, algumas cartas de amor que eles escreveram:


Lisboa, 29 de Outubro de 1755

Anselmo, meu amor

Como tem passado?
Cada vez que penso em si, fico com mais saudades e vontade de estar ao seu lado.
Sei que é o grande amor da minha vida!
Espero por si, no dia1 de Novembro, junto do Convento do Carmo, pelas 13h.

Teresa Violante
(Manuel Belo, 6º 7ª)



Lisboa, 30 de Outubro de 1755

Anselmo, meu amor

Escrevo-lhe esta carta para lhe confirmar o meu amor por si.
Penso que já sabe que o meu tio me pediu em casamento. Deve imaginar, por isso, o meu atroz sofrimento!
Como eu desejava que fosse possível estar, agora, aqui, perante o meu pai, a pedir-lhe a minha mão em casamento!
Sei, no entanto, que tudo não passa de um sonho!... Vivemos um amor impossível!... E, no entanto, como é imenso o meu amor por si!
Posso, mesmo, prometer-lhe uma coisa: nunca serei de mais ninguém, a não ser de si! A minha alma, o meu coração, todo o meu ser só a si pertencerão.
Com muito afecto e paixão,

Teresa Violante
(Eunice, nº 6. 6º 7ª)


Lisboa, 29 de Outubro de 1755

Anselmo, meu amor

Gosto muito de si. Sabe isso, não sabe?
Como ainda não arranjei coragem para ir a casa dizer-lho pessoalmente, escrevo-lhe esta carta.
Meu querido Anselmo, quando o vejo, o meu coração alegra-se e eu sinto-me invadida por uma avassaladora felicidade.
Espero que sinta por mim o que eu sinto por si.
Apaixonadamente,

Teresa Violante
(Patrícia Caldeirinha, nº 22, 6º 7ª)

Lisboa, 29 de Outubro de 1755

Anselmo, meu amor

Desejo, do fundo do meu coração, que esta minha carta o vá encontrar mais feliz do que eu, neste momento, me sinto. Na verdade, morro de saudades suas.
Escrevo-lhe esta carta para lhe dizer que o amo mais do que a tudo na vida.
Gostaria muito que nos encontrássemos, mas, ao mesmo tempo, tenho receio que nos vejam juntos e que nos afastem para sempre.
Tenha paciência, por favor, e não deixe de esperar por mim.
Sempre sua,


Teresa Violante
(Ariana Oliveira, 6º 7ª)



Lisboa, 29 de Outubro de 1755

Anselmo, meu amor

São sete horas da manhã e estou no meu quarto a escrever-lhe esta carta.
Estou cheia de saudades suas!
Ontem, fiquei à sua espera, no local onde combináramos, mas o Anselmo não apareceu. Porquê?
Gostava de estar mais vezes consigo. Nessas alturas, penso que nada de ruim me vai acontecer!
Quando o vi pela primeira vez, os seus olhos azuis como o mar, o seu cabelo negro como a noite, a sua pele macia, a sua expressão delicada e bondosa, encheram o meu coração de alegria e de infinito amor!
Não sente o mesmo por mim?
Responda-me depressa, para eu ter a certeza do seu amor.
Um beijo apaixonado desta que lhe quer bem,

Teresa Violante
(André Sousa, 6º 7ª)



Lisboa, 30 de Outubro de 1755

Anselmo, meu amor

Não imagina como tenho pensado em si. Todos os dias, todas as noites, todas as horas e todos os minutos só vejo o seu rosto, só ouço as suas ternas palavras.
Tenho imensa pena que não possamos encontrar-nos!
Consegui, finalmente, convencer o meu pai de que a minha irmã seria muito melhor esposa para o Bernardo do que eu.
Só quero estar consigo, temos de arranjar uma maneira de nos encontrarmos às escondidas. Vamos fazer o seguinte: no próximo concerto, sente-se o mais perto possível dos camarotes. Eu pedirei ao meu pai para me ausentar por breves instantes e, nessa altura, poderemos trocar algumas palavras e, quem sabe, alguns beijinhos.
Amo-o!
Assim que puder, responda a esta minha carta. Fico, ansiosamente, à sua espera.

Teresa Violante
(Miguel Ramos, 6º 7ª)


Lisboa, 29 de Outubro de 1755

Anselmo, meu amor:

Hoje, mais do que nunca, sinto-me desesperada. Sabia que estou comprometida ao meu tio Miguel? Nem quero imaginar tal coisa!
Para além de não conseguir aceitar a ideia de me casar com o meu tio, quero é estar consigo, passar o resto da minha vida ao seu lado, como sua esposa.
Espero que me responda brevemente, que me console, para eu ter forças para lutar contra este casamento forçado e sem sentido.
Despeço-me com saudades,

Teresa Violante
(Fábio Alegrias, 6º 7ª)



Lisboa, 29 de Outubro de 1755

Anselmo, meu amor,

Quando não o vejo, o dia transforma-se numa noite infinita, triste e fria.
Venha-me ver, volte a alegrar o meu coração, passando à minha janela.
Espero por si todos os dias, a todas as horas.
Com muito afecto,


Teresa Violante
(Francisco Couto, 6º 7ª)
Lisboa, 29 de Outubro de 1755

Anselmo, meu amor

São 3h da manhã e ainda não deixei de pensar em si. Queria tanto que, neste preciso momento, estivesse aqui, ao meu lado.
A sua presença permite-me entrar num mundo de sonho e de paz interior, como se nada, nem ninguém me pudessem fazer mal.
Ontem, revisitei a lírica de Luís de Camões e não pude deixar de ler, pela enésima vez, o soneto

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?

Lembrei-me de si e deste amor que experimento sempre que o vejo, sempre que em si penso (e que é a todo o momento!).
Apesar de não nos podermos encontrar, eu falo consigo e vejo-o nos meus pensamentos.
Quero dizer-lhe, enfim, que estou cheia de saudades e que estou ansiosa por o ter junto a mim.
Com afecto,

Teresa Violante
(Sofia Grosso, 6º 7ª)




Lisboa, 29 de Outubro de 1755

Anselmo, meu amor

Escrevo-lhe esta carta, por tenho muitas saudades suas e uma enorme mágoa de não podermos estar juntos.
Já passou tanto tempo desde a última vez em que nos vimos que começo a duvidar se alguma vez voltará a acontecer.
Já deve saber da triste e impiedosa novidade: o meu pai pretende que eu case com o meu tio. Como é possível?
Para além de tudo o mais, desde que o Anselmo surgiu no meu caminho, eu só concebo a minha vida junto a si.
Espero que acredite no que lhe digo e que nunca duvide, aconteça o que acontecer, dos meus sentimentos por si.
Gosto de lhe escrever, pois é uma maneira de me sentir mais próxima de si. Fico, ansiosamente, à espera de receber notícias suas.
Amo-o mais do que à minha própria vida. Eternamente sua,


Teresa Violante
(Guilherme Gomes, 6º 7ª)

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O LIVRO DO MÊS


O Blogue de Leituras promove, a partir deste mês, o concurso O LIVRO DO MÊS.
Para participares deves ler o livro escolhido, que está disponível na Biblioteca Escolar. Este mês seleccionámos “Sexta-Feira ou a Vida Selvagem”, de Michel Tournier.
Depois deves elaborar um comentário apreciativo sobre o livro e colocá-lo no blog, a partir do link comentário, deste post, até ao dia 28 de Fevereiro. Não te esqueças de te identificares (nome, ano e turma).
Haverá um prémio para o melhor comentário!
Participa!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Os crimes do ABC


Este é um dos livros de Agatha Christie de que mais gostei, devido à onda de mistério e suspense que se vive desde o inicio até ao fim.
Tudo começa quando Hercule Poirot, um famoso detective reformado, recebe uma carta com endereço e destinatário desconhecidos para o alertar de um homicidio. Apesar da policia tomar a carta como uma brincadeira, o pior chega mesmo a acontecer.
Contudo, as cartas tornam a aparecer e os crimes seguem um padrão...
No final o Assassino apercebe-se que o seu maior erro foi desafiar Hercule Poirot.
Para os admiradores do Romance policial recomendo vivamente a leitura deste livro.
Rita Guerreiro; 9ºC

O Alquimista, Os Segredos de o imortal Nicholas Flamel - Michael Scott


Este texto faz parte da literatura denominada fantástica, pelo carácter irreal das suas aventuras.
Sophie e Josh Newman são dois irmãos gémeos adolescentes que nas férias de verão, arranjam um emprego. Sophie numa casa de chá e Josh numa livraria.
O que eles não sabem é que os proprietários da livraria são Nicholas e Perenelle Flamel, que segundo registos históricos, estão mortos há 600 anos. Reza a lenda que possuíam o livro de Abraão, que guardava o segredo do elixir da vida eterna. Em torno deste livro que toda a intriga se desenvolve.
Michael Scott neste livro, descreve intensamente todos os pormenores do ambiente que envolve as personagens e as suas fantásticas experiências. O autor prende-nos desde o início a uma narrativa cheia de reviravoltas, não parando de nos surpreender a cada página.
Carolina Tamem, 9ºc

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Top dos livros mais requisitados para leitura domiciliária - Outubro


No período de 1 a 31 de Outubro foram estes os livros mais requisitados para leitura domiciliária:

1º Conto estrelas em ti: 17 poetas escrevem para a infância - 5
2º A Terra e o Sistema Solar - 4
3º Já não sou nenhuma criança - 3
4º Grécia Antiga - 2
5º A Princesinha Malvada e Outros Contos - 2
6º O Grande Livro do Espaço - 2
7º Espaço - 2
8º Os Aztecas sanguinários - 2
9º Será que estou apaixonada por ele?... Será que ele está apaixonado por mim?... - 2
10º Estamos ambas apaixonadas pelo mesmo rapaz - 2

José Morujão
professor bibliotecário

segunda-feira, 27 de abril de 2009



Título: “Comandante Hussi”

Autor: Jorge Araújo

Ilustrador: Pedro Sousa Pereira

Editora: Quetzal/Editores

Capa: A capa do livro está em concordância com o seu conteúdo. Na capa encontra-se o nome do livro, o nome do autor, o nome da editora e o nome do ilustrador.

Ilustração do livro: As ilustrações que o livro apresenta são poucas, mas, adequadas ao conteúdo do livro.

Conteúdo: Este livro aborda o tema da guerra e do sofrimento, tenta demonstrar às crianças a crueldade de uma guerra e a dor que um menino sentiu ao pensar que tinha perdido a sua amiga, devido a essa mesma guerra. Ao demonstrar, estes temas às crianças vai fazer com que elas vejam e encarem a vida com outros olhos e que reparem que por mais terríveis que estejam as coisas elas vão melhorar, como aconteceu ao menino do livro.
joao almeida 7 ano turma e

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A Menina Coração de Pássaro


O livro A Menina Coração de Pássaro, escrito por Luísa Dacosta, conta-nos a história de uma menina solitária e sonhadora que sabia o coração das coisas: de um pássaro diferente, de uma estrela especial.
Tudo começou quando ela encontrou um enfeite de Natal, mais propriamente um pássaro sem molas e penas no rabo.
Ao vê-lo assim tão abandonado, a menina decidiu cuidar dele, aconchegando-o num gorro de lã.
No dia seguinte, colocou-lhe um novo e sumptuoso rabo, feito a partir do chapéu de um palhaço que encontrou num baú.
O pássaro transformou-se, então, magicamente, e a menina passou a gostar muito dele. Quando, à noite, se sentia triste, entrava no corpo da ave, abria a janela do seu quarto e voava.
Ela adorava as viagens que fazia. Numa delas, conheceu uma estrela que lhe ensinou o valor da amizade.

Maria Beatriz Silveira Cruz, nº22, 5º 10ª

sábado, 18 de abril de 2009

Adivinhas Populares Portuguesas





A propósito da leitura do livro, Adivinhas Populares Portuguesas, de José Viale Moutinho, o Luís Campos, do 5º 7ª, no Espaço ESCRITA, criou um loto de adivinhas e apresentou o jogo à turma (no momento da apresentação do livro). A turma adorou (o livro e o jogo)!

História da Gata Borralheira


Li a primeira história do livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, Histórias da Terra e do Mar, e gostei muito.
O conto fala-nos de uma jovem chamada Lúcia que, quando fez dezoito anos, foi, pela primeira vez, a um baile com a sua tia e madrinha.
Como era pobre, levou um vestido lilás, feio, que estava completamente fora de moda. Para além disso, como não tinha dinheiro para comprar sapatos, teve que calçar uns muito gastos, a desfazerem-se, demasiado grandes para o tamanho dos seus pés.
No baile, foi tratada com desprezo por todos. No entanto, como que por magia, um belo jovem interessou-se por ela e convidou-a para dançar.
A meio da dança, Lúcia perdeu o sapato esquerdo, o qual ficou no meio da sala, à vista de toda a gente.
A jovem prometeu a si própria que, um dia, haveria de voltar ao mesmo sítio e ser a rainha do baile.
Assim aconteceu: escolheu mudar de vida, casou com um homem rico e, vinte anos mais tarde, voltou à mesma sala, com um vestido lindíssimo e sapatos bordados com diamantes.
Porém, ao contrário do que aconteceu com a verdadeira Gata Borralheira, esta história não tem um final feliz e a nossa heroína acaba por aparecer morta na varanda da sala do baile, depois de um surpreendente encontro.

Esta história, para além de ser muito bonita, transmite-nos uma lição de moral muito importante. Leiam-na e descubram o que ela nos ensina.



Inês Morujão, 5º 10ª

quarta-feira, 11 de março de 2009

Alex Ponto Com - Uma aventura virtual


Esta é uma das últimas aquisições da Biblioteca Escolar. Trata-se de um livro de José Fanha com ilustrações do próprio e destinado sobretudo a jovens entre os dez e os doze anos. Trata-se de um autor que deverá vir à nossa escola no mês de Abril.

José Fanha nasceu em 1951 e é uma personalidade multifacetada: arquitecto, professor, poeta, escritor, guionista de rádio, cinema e televisão, declamador e animador cultural.

Passo a transcrever a sinopse do livro.

Alex desaparece misteriosamente de casa numa noite em que estava entretido com um jogo de computador.
Em busca de pistas, alguns colegas de Alex e um professor vão consultar os documentos do seu computador, desaparecendo também de forma incompreensível.
Na realidade, os jovens e o professor caíram para dentro do computador, onde Alex está prisioneiro de Maspúcia, uma personagem virtual mas extraordinariamente maléfica.
Para salvar Alex, os seus amigos vão contar com a ajuda de outra personagem virtual, o terno e divertido Joe Silicone, que os acompanha na tentativa de chegar ao fim de um jogo onde os perigos são terríveis e as mortes... reais
.”


José Morujão (Coord. BE/CRE)